Quem me conhece muito bem sabe, sou tímida de primeiro momento, mas depois de certas palavras eu me transformo. Costumo me apresentar somente pelo meu nome, é besta, eu sei, mas não sei o que falar sobre mim. Sou imbecil a certo ponto, ciumenta demais, burra para certas coisas, inteligente demais para outras, finjo sorrisos, finjo felicidade onde a dor reina. Curto o anonimato, do quieto, gosto de ficar sozinha, não, não trocaria a companhia de alguém por ficar sozinha, mas as vezes prefiro o silêncio absoluto. Prefiro um conto gótico de Edgar Allan Poe a um livro de Nicholas Sparks, prefiro um rock clássico, um acústico relaxante… Prefiro ser quem eu sempre fui.”